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Voltei!

Dá pra voltar quase 6 anos depois, assim de cara deslavada, assim, como se nada fosse?  Olha... se não der desculpa, mas já cá estou!  Estes anos foram a loucura, mudei de cidade, mudei de rela... (cof cof) relaçã... ções, emagreci, engordei, fui estudar, mandei tudo ao ar (mais ou menos), cantei muito, dancei muito, conheci muitas pessoas, amigos fiz poucos mas bons, a única constante é a minha família, os meninos, e provavelmente o meu tdah não diagnosticado! Rio-me a escrever, mas a sensação é de muita gratidão e felicidade. Já não reconheço a mulher dos textos anteriores, parece que se passaram décadas e não meia dúzia de anos. Mas fui muito feliz naquela vida e sinto-me feliz hoje também.  Posso escrever por dias sobre tudo o que vivi. Hoje sinto que é tempo de mudar, e por isso quis retomar este meu espaço, para colocar as ideias para fora, chamam de healing journal, cá vamos!  Amanhã volto, depois de amanhã também!  Beijos doces,  Cláudia

Parte uma perna!

No teatro diz-se para dar sorte aos atores. Na vida real é uma grande treta digo-vos já! A menos que... se te desça um Gandhi pelos costados e comeces a ver bênçãos em todo o lado. Fora os dias de desespero atroz (lol) sou muito Gandhi, vejo o lado positivo, procuro a lição e o livramento que tal drama me trouxe. Parti a perna e rompi uns ligamentos, põe parafuso, tira parafuso e cá estamos no relax já vão fazer 4 meses. CUSTA COMO TUDO. Mudei de cidade, terminei por fim a relação que já não me fazia feliz, voltei para casa dos pais porque não consigo fazer quase nada, dependo de alguém para quase tudo e o pior, não consigo cuidar dos meus filhos. Não posso levar e buscar à escola nem ir comprar whatever que seja que ele precise para whatever que seja... E lá está, gémeos, tirando os dias (poucos graças aos céus) em que estou pra cortar os pulsos tenho passado muito bem obrigada. Este incidente trouxe-me a mudança que eu pedia há anos!  "Há coisas que não são perdas, são livrament...

HIPPOtrip

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Há uns dias fomos a Belém e vimos o autocarro híbrido da HIPPOtrip a entrar no rio, achámos graça e tirei esta foto, para me lembrar de ir procurar mais informações na Internet quando visse a foto já em casa. Fui à página de facebook deles e partilhei a foto nem sei bem porquê. Dias depois recebi uma mensagem a dar-me os parabéns por ter ganho o passatempo semana deles! Ganhei 2 bilhetes!! E pensava eu que não tinha sorte nestas coisas!  Marcámos logo para o dia seguinte, foi um passeio muito divertido onde o guia Gonçalo contou vários factos interessantes sobre os locais onde passávamos e sobre os Descobrimentos. No rio vimos as vistas de um ângulo diferente, mágico. Para as crianças nem preciso dizer o quanto adoram, a entrada da água e todo o tempo na no rio são o melhor.  Tentem a vossa sorte  aqui ! 
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Ontem fomos às festas de Viana do Castelo! Íamos todos ansiosos para ver o desfile dos Cabeçudos, das Minhotas, as bandas! Ver a feira das sextas. Descemos pelo tunel para atravessar a avenida, todos em passo rápido tal não era a excitação de ver algo novo. Mas aos 28 meses nova é a vontade de fazer tudo sozinho sem qualquer ajuda então ele agarrou-se ao corrimão para subir a escadaria sozinho. Deixei, como sempre, porque na verdade não tínhamos assim tanta pressa. Um Sr. mui to simpático ainda o tentou ajudar, mas rápido desistiu, ele ia a passo demasiado lento atento a cada degrau. E o Sr. tinha pressa. Quando todos passaram olhei para o lado e ia uma Sra dos seus 80 anos exatamente ao mesmo passo do meu filho, as pernas trémulas, a mão bem firme no corrimão, a atenção a cada movimento. Fiquei a admirá-los aos dois por momentos, fases tão diferentes e tão iguais. Ambos tão incompreendidos, ignorados, impotentes e ao mesmo tempo tão determinados, tão fortes e dignos de toda a atençã...

Festas da Nossa Sra. da Agonia

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Mão na anca, sorriso na cara e queixo ao alto!  Gosto destas minhotas! 
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Entrámos os três no elevador e ele deixou cair o boné.  O pai diz: “Filho, apanha o boné.” Ele adora ver a porta subir (ou descer), canta, dança, grita “subir! Descer!”. Claro que não ouviu e o pai sobe o tom “Eduardo, apanha o boné!” Resposta: uhuhhhuhuuuuhh, sobe! Sobe! Sobeee!” Fiz-lhe sinal para não dizer mais nada até chegarmos ao R/C. Assim foi, “Chegamos! Apanha o boné filho”, ele apanhou, e continuou feliz da vida!  A opção B seria: O pai enerva-se porque o miúdo não o ouve, faz-lhe mesmo ouvidos moucos! A voz engrossa, se for preciso umas palmadas, e “o boné continua no chão”! Já temos pai e filho enervados para começar bem o dia… A partir daí é só a piorar. Quem nunca passou por isto?? O que gosto mais de estar em casa com ele é de ter tempo de o conhecer, saber quando ele está ou não aberto a ouvir-nos. Não, ele não tem de ouvir sempre porque, convenhamos, nós também não ouvimos toda a gente, todas as vezes, no mesmo segundo em que falam! Saber que um convite, “está...
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A caminho do parque passamos sempre na frutaria e cada um escolhe uma peça de fruta, hoje todos quiseram pêras.  Saúde e bons hábitos querem-se desde sempre.